O vereador Raimundo Cesar Faustino, o Capá, de Francisco Morato, e Leandro Silva de Oliveira, um dos doze corintianos que foram presos em Oruro, estão proibidos pela Federação Paulista de entrar nos estádios de São Paulo por 90 dias. A informação é de Marcos Marinho, do departamento de segurança nos estádios da FPF e chefe dos árbitros.
De acordo com Marinho, novas medidas podem ser tomadas dependendo das investigações da polícia de Brasília.
Imagens das confusões entre corintianos, vascaínos e policiais militares no último domingo, em Brasília, mostram a participação dos dois torcedores. Em seu blog, o vereador disse que chutou um policial para ajudar um torcedor que estava apanhando do agente.
Nenhuma torcida organizada do Corinthians será proibida de entrar uniformizada nos estádios. ''A Polícia Miltar pediu para que a gente não proíba as camisas. Isso porque sem os uniformes fica mais difícil identificar as torcidas. Quando for o caso a polícia vai proibir as faixas'', disse Marinho ao blog.
Outros torcedores barrados têm conseguido entrar nos estádios com facilidade. Marinho disse que vai encaminhar para a PM fotografia dos dois para tentar facilitar a identificação nos portões de acesso.
Ele também declarou que está montando dossiês com registros de violência por parte de torcidas organizadas para auxiliar o Ministério Público no combate a elas, Os documentos podem ser usados, por exemplo, na ação do MP para tentar fechar a Gaviões da Fiel, da qual Capá é membro.
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Federação barra quarto corintiano e estuda adotar controle facial
A Federação Paulista de Futebol decidiu punir mais um corintiano que esteve preso na Bolívia e se envolveu em briga com vascaínos e policiais em Brasília. Fábio Neves Domingos, da Pavilhão Nove, está proibido de ir a jogos em São Paulo por 90 dias, segundo Marcos Marinho, responsável pelo departamento de segurança nos estádios da FPF. Reportagem do diário Lance! identifica Fábio como um dos envolvidos na confusão no Mané Garrincha.
Castigo semelhante já tinha sido aplicado a Leandro Silva de Oliveira e Cleuter Barreto Barros, que também ficaram presos na Bolívia sob a acusação de envolvimento na morte do garoto Kevin Douglas Beltrán Espada. Outro barrado é o vereador Raimundo Cesar Faustino, de Francisco Morato e integrante da Gaviões.
Marinho admite a dificuldade em identificar os torcedores vetados nos dias dos jogos. ''Estamos estudando uma medida que pode ajudar muito. Vamos analisar se se é viável implantar o controle facial'', afirmou.
Segundo ele, um programa analisaria imediatamente imagens registradas por câmeras nas entradas dos estádios comparando automaticamente fotos dos torcedores com as que estão barrados.
Além de punir os corintianos, a federação decidiu retirar castigos aplicados à Mancha Verde, do Palmeiras, e à Independente, do São Paulo. Elas estavam proibidas de entrar com faixas e camisas nos estádios, mas foram liberadas. Faz parte de uma mudança de estratégia. Segundo Marinho, a Polícia Militar explicou que fica mais difícil identificar os torcedores sem uniformes.
Castigo semelhante já tinha sido aplicado a Leandro Silva de Oliveira e Cleuter Barreto Barros, que também ficaram presos na Bolívia sob a acusação de envolvimento na morte do garoto Kevin Douglas Beltrán Espada. Outro barrado é o vereador Raimundo Cesar Faustino, de Francisco Morato e integrante da Gaviões.
Marinho admite a dificuldade em identificar os torcedores vetados nos dias dos jogos. ''Estamos estudando uma medida que pode ajudar muito. Vamos analisar se se é viável implantar o controle facial'', afirmou.
Segundo ele, um programa analisaria imediatamente imagens registradas por câmeras nas entradas dos estádios comparando automaticamente fotos dos torcedores com as que estão barrados.
Além de punir os corintianos, a federação decidiu retirar castigos aplicados à Mancha Verde, do Palmeiras, e à Independente, do São Paulo. Elas estavam proibidas de entrar com faixas e camisas nos estádios, mas foram liberadas. Faz parte de uma mudança de estratégia. Segundo Marinho, a Polícia Militar explicou que fica mais difícil identificar os torcedores sem uniformes.
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